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segunda-feira, 8 de junho de 2009

Tu-160

História
O Tu-160, o avião de combate mais pesado jamais fabricado e cujas dimensões superavam inclusive as do
Boeing (Rockwell) B-1 Lancer de configuração similar, é o maior bombardeiro do Mundo. Não há dúvidas de que o desenho deste bombardeiro soviético foi muito influenciado pelo do B-1A precursor do Lancer, que realizou seu primeiro vôo em 23 de Dezembro de 1974, mas foi cancelado pelo presidente Jimmy Carter em 1977. O Tu-160, chamado originalmente de Produto 70, realizou seu primeiro vôo em 19 de Dezembro de 1981 em Zhukhovski, chamada nesta época de Remenskoye no Ocidente. Este avião havia sido detectado por um satélite de reconhecimento norte-americano cerca de três semanas antes de seu primeiro vôo e recebeu a designação provisória de "Ram-P" antes de ser designado de "BlackJack". Fotografado enquanto descansava entre dois aviões de transporte supersônicos, o Tupolev Tu-144 "Charger", o Tu-160 demostrou ter muitas características em comum com o B-1, ainda que a comparação como o Tu-144 revelou quase imediatamente que o bombardeiro soviético era muito maior que seu equivalente norte-americano. O B-1A havia sido projetado para penetrar as defesas aéreas inimigas a grande altitude com grande potência e um equipamento ECM muito sofisticado, que oferecia uma via através destas defesas sem perdas indevidas. Quando o projeto foi relançado como o B-1B mais barato, menos complexo mais prático, todas as idéias sobre penetração a grande altitude haviam variado e esperavam-se que o aparelho menos sofisticado usasse agora uma combinação de vôo a baixa altitude (onde a velocidade está limitada à zona transônica) e menor seção transversal radar para penetrar as defesas aéreas inimigas.

Características
Na União Soviética, pensou-se que não havia a necessidade de piorar as características gerais por motivos de
economia e o programa Tu-160 continuou dedicado à penetração tanto a baixa altitude a velocidade transônica com a alta altitude e velocidades de aproximadamente Mach 1.9. A combinação de uma asa de geometria variável e alguns dispositivos de alta sustentação foi empregada para obter um bom manejo a baixa velocidade e por isso a necessária capacidade operacional com a asa em posição de flecha mínima de 20º, excelente capacidade de carga útil/alcance com a asa na posição de flecha intermediária de 35º e uma velocidade muito elevada na posição de flecha máxima de 65º. O ângulo de flecha da asa é selecionado manualmente e os dispositivos de alta sustentação compreedem aletas ranhuradas com envergadura completa e flaps duplamente ranhurados nas bordas de fuga na asa. A borda de fuga das seções internas dos flaps , que são imobilizados quando as asas se retraem para trás, não tem ranhura na fuselagem em que possa ser introduzida quando a asa retrocede e em contrapartida se dobra para cima em paralelo à linha central do avião e por isso á feita de tabique. Alguns aviões têm uma seção dobrável de junta dupla que permite a criação de um tabique de 35º a 65º ao dobrar-se.

Versão e Variantes Principais
Tu-160 (Único modelo de série)

Operadores Principais
Rússia e Ucrânia (Antiga União Soviética)

quarta-feira, 3 de junho de 2009

Bombardeiro B-1 Launcer

A história sobre o bombardeiro B-1 é bem complicada e pode-se dizer que o modelo é um verdadeiro sobrevivente de diversos fatores que quase cancelaram o seu desenvolvimento. O B-1 foi pensado para ser um bombardeiro supersônico capaz de atingir a velocidade de mach 2 em altas altitudes e que fosse capaz de penetrar em território soviético que era pesadamente bem defendido que já mostrara a eficiência de seus sistemas antiaéreos derrubando um jato de espionagem U-2 do famoso piloto Francis Gary Powers. Antes do B-1, na década de 50, os Estados Unidos estavam desenvolvendo o incrível bombardeiro North American XB-70 Valkyrie, capaz de voar a mach 3.1 (3309 km/h) em altas altitudes, porém com o evidente avanço dos mísseis anti aéreos (SAM) soviéticos esse avião não poderia sobreviver em um ataque de penetração sobre o território soviético e em 1961 o programa foi cancelado, porém existia a necessidade de um bombardeiro que conseguisse executar a incursão em território soviético sem ser abatido e a partir daí, surgiu, em 1965, o programa AMSA (aeronave estratégica avançada) que a partir de 1969 acabou sendo renomeado de B-1 da Rockwell que ganhou o contrato para seu desenvolvimento.Acima: Nesta impressionante foto, o flagrante momento em que um B-1B rompe a barreira do som causando este incrivel efeito visual e sonoro do sonic boom.
O B-1 apresentou uma aparência bastante marcante, com asas de enflechamento variável que se fechavam em velocidades supersônicas para diminuir sua resistência aerodinâmica, além de seus motores estarem montados abaixo na fuselagem ao estilo concorde. Era claro que se tratava de uma aeronave complexa demais além de cara. Mesmo assim, com os elevadíssimos custos deste programa e a possibilidade de se desenvolver um bombardeiro furtivo, usando a nova tecnologia que estava em testes no jato Have Blue, que resultaria no F-117 Nighthawk, e que geraria o bombardeiro B-2 Spirit mais tarde, o projeto do B-1 foi cancelado pelo governo norte americano em 1977. A USAF (força aérea dos Estados Unidos) manteve os testes e avaliações do B-1, mesmo com o programa, oficialmente, engavetado.

Acima: Embora não seja uma aéronave disponivel no mercado, o B-1B frequentemente se apresenta em feiras aéreas impressionando a todos com sua velocidade e tamanho.Em 1981 o novo presidente Ronald Reagan reabriu o desenvolvimento do B-1 porém foi exigido que o avião fosse extensivamente modificado para atingir novos requisitos que culminaram com uma nova versão do avião chamada B-1B, que foi a que entrou em serviço em setembro de 1986. Um dos requisitos era que o avião fosse muito difícil de ser detectado pelos radares inimigos, sendo que o resultado desse desenvolvimento foi que o B-1B tem apenas 1% do RCS (sessão cruzada de radar) do seu antecessor, o B-52. As modificações nas entradas de ar do avião assim como outras fizeram que a velocidade máxima caísse de 2300 km/h para 1490 km/h em altas altitudes, e a velocidade máxima em baixa altitude aumentou de 960km/h para 1040 km/h, mostrando que o avião foi otimizado para penetração a baixa altitude, já que a grandes, ele se tornaria um alvo fácil para a poderosa defesa aérea soviética. A propulsão do B-1B é fornecido por 4 poderosos motores General Electric F-101-GE-102 com 13692 kg de empuxo cada. O alcance do B-1B, usando o reabastecimento aéreo, chega a 11998 km, ou seja, é um meio de ataque intercontinental, característica muito importante para uma aeronave estratégica.
Acima: Nesta foto podemos ver um B-1B escoltado por um caça bombardeiro F-15E. Atualmente os B-1B operam em uma mesma esquadra aérea onde se encontra caças pesados e leves alémde aéronaves de apoio, antes divididas em esquadrões especificos.Após a guerra fria O B-1B passou por uma nova modernização que o transformou de um bombardeiro nuclear especializado, para um bombardeiro capaz de executar ataques convencionais, tornando seu uso mais flexível e útil para a USAF, que não tinha mais um inimigo que justificasse um bombardeiro exclusivamente para ataques nucleares. Já nesse ponto a Rockwell, fabricante do B-1, vinha tendo diversos problemas financeiros e acabou sendo vendida para a Boeing em dezembro de 1996, passando a responsabilidade das futuras modernizações e desenvolvimentos para o famoso fabricante do B-52.

O B-1B Lancer, tem um apelido de "BONE" extraoficialmente dado pelo pilotos. BONE (osso em ingles) é uma referência para B-One ou B-1 em ingles.
O B-1B é uma aeronave difícil e cara de manter, só sendo possível seu uso pela força aérea dos Estados Unidos que é generosamente contemplada com altos orçamentos anuais. Mesmo assim, deve-se observar que o B-1B é o avião com maior capacidade de carga bélica do arsenal norte americano, podendo transportar até 34000 kg de bombas ou mísseis internamente mais 27000 kg de armas externamente, o que lhe capacita a causar um sério estrago no inimigo. O B-1B pode transportar, atualmente, praticamente todas os modelos e tipos de bombas do arsenal norte americano, sendo que as ultimas armas guiadas por GPS como as bombas da família JDAM e JSOW permitiram um aumento radical da letalidade e eficácia do B-1B. Com essas armas, o B-1B faz, sozinho, o serviço de um esquadrão de caças F-16. Também fazem parte do arsenal do B-1B, bombas de fragmentação como as CBU 87/ 89 e 97 capazes de, individualmente, espalhar centenas de pequenas granadas ou minas em uma extensa área, saturando o campo de batalha.Além dessas armas convencionais, o B-1B pode transportar a bomba nuclear B-61 com rendimento de até 340 kt, em sua mais recente versão, a Mod-7. Ao todo podem ser transportadas 16 bombas nucleares desse tipo.

Acima: Nesta foto impressionante o B-1B despeja sua carga de 84 bombas MK-82 de 227 kg. Realmente uma chuva de bombas sobre o alvo.O radar do B-1B é um Northrop Grumman APQ-164 com capacidade multímodo de varredura eletrônica que fornece mapeamento do terreno com alta resolução e permite, modo de seguimento do terreno, dados de velocidade e posicionamento além de informações meteorológicas.Um fato interessante sobre o B-1B é que ele possui uma suíte de guerra eletrônica extremamente avançada que lhe permite uma alta imunidade contra sistemas de defesa antiaérea. Essa suíte é o sistema EDO Corporation AN/ ALQ-161, que produz interferências contra os radares inimigos e atua de forma integrada ao lançador de iscas infravermelhas (IR) AN/ALE-49 que representa o maior sistema de lançamento de iscas IR instalados num avião, atualmente. Para despistar mísseis guiados por radar, o B-1B usa o sistema AN/ALE-50 Towed Decoy System que lança iscas magnéticas shaff que embaralham o radar do missil impossibilitando a ele distinguir o que é o avião alvo dos outros ecos radar produzido pelas iscas. O sistema de alerta de radar (RWR) A N/ALR-56 alerta ao piloto quando o B-1B foi rastreado por algum radar hostil permitindo que o piloto e o navegador tomem as medidas necessárias para se evadir de um ataque.
Acima: O bombardeiro B-1B possui um alcance intercontinental que somado a sua alta velocidade, permite a ele executar pesados ataques em qualquer ponto do planeta em um tempo reduzido.Hoje com 67 unidades em serviço, de 100 produzidas o B-1B responde por uma importante parcela na responsabilidade da dissuasão estratégia norte americana. O programa de desenvolvimento de um novo bombardeiro chamado de LRSP (Long Range Strike Plataform), emque diversas propostas estão sendo estudadas, a Boeing ofereceu uma versão muito modernizado do B-1, chamada de B-1R que possui sistemas avionicos muitio mais avançados, incluindo um novo radar e até capacidade de lançar misseis ar ar para auto defesa, além de ter a velocidade máxima aumentada para mach 2.2. Porém essa proposta não deve sair do papel, pois os requisitos deste novo bombardeiro mudaram e hoje pede uma aéronave subsonica e muito furtiva. O programa LRSP foi descrito neste blog em uma artigo anterior, bastando clicar no link LRSP para ser direcionado para a materia.
Acima: Um desenho em corte do B-1B. Clique na imagem para ver o desenho expandido.FICHA TECNICA Velocidade de cruzeiro: 965 km/hVelocidade máxima: 1490 km/hAlcance de travessia: 11998kmEmpuxo: 4 General Electric F-101-GE-102 com 13692 kg de empuxo cadaDIMENSÕESComprimento: 44,5 mEnvergadura: 41,8 m (asas abertas), 24,1 m (asas enflechadas)Altura: 10,4 mPeso: 87100 kg (vazio) e 216400 kg (com máxima carga)ARMAMENTO
Bombas guiadas por GPS GBU30/31/32/37 JDAM, Bomba AGM-154 JSOW, Bomba nuclear B-61, Míssil AGM-129 Tomahawk, Bomba AGM-158 JASSM. Bomba GBU-39 SDB, Bomba de fragmentação CBU 87/89/97/103/104/105 e todas as bombas convencionais da família MK.


http://www.youtube.com/watch?v=eDF4AJqkVqA

domingo, 31 de maio de 2009

B-2 Spirit ou Stealth

B-2 Spirit ou Stealth é um bombardeiro projetado secretamente na área 51 pelas empresas Northrop Grumman, General Electric e Boeing usando um conceito antigo sobre "asas voadoras" e uma inovadora técnica de desenho por computador de "asa unida em W".
O bombardeiro recebeu o nome de Northrop-Grumman B-2 Spirit, embora seja mais conhecido como B-2 Spirit ou Stealth B-2 (stealth do
inglês "escondido", "furtivo"), uma vez que é um avião quase invisível ao radar. Outra qualidade admirável é que embora extremamente fino o avião consegue carregar toneladas de mísseis e bombas, inclusive ogivas nucleares.
O custo unitário do bombardeiro B-2 Spirit gira em torno de 2 bilhões de
dólares, sendo uma das máquinas de guerra aérea mais caras do mundo.
O avião já é uma lenda, pois seu legado havia iniciado no fim da
guerra do golfo, destruindo alvos essênciais como campos de pouso, defesas anti-aéreas e até uma gigantesca fortaleza.
O B-2 Spirit é a segunda geração de caças do tipo furtivo (stealth) produzido no mundo e o primeiro capaz de carregar
bombas termonucleares.
O avião é unica e exclusivamente feito para a força aérea dos estados unidos (
USAF)e não pode ser adiquirido de maneira alguma para outro governo. O B-2 nunca foi abatido nem detectado em espaço aéro inimigo. O único B-2 perdido foi em um acidente na qual os alierons responderam com eficiencia ecessiva na decolage, danificando sua fuselagem. Os dois pilotos se salvaram do acidente.




Informações técnicas
Tipo: bombardeiro estratégico "stealth".
Velocidade máxima: 764
Km/h
Dimensões: envergadura= 52,40
metros
comprimento: 21 metros
altura: 5,20 metros
Peso: 45.360
kg (vazio) / 181.437 kg (peso máximo para decolagem).
Motores: 04 turbofans
General Eletric F-118-GE-110, com 8.620 kg de empuxo cada um.
Armamento: 22.680 kg de bombas convencionais ou
bombas termonucleares.

Boeing B-52

O Boeing B-52 Stratofortress é um bombardeiro estratégico de longo alcance que voa pela Força Aérea dos Estados Unidos da América (USAF) desde 1954, substituindo o Convair B-36 e o Boeing B-47. Apesar de ter sido construído em função da Guerra Fria, suas capacidades convencionais são atualmente as funções mais importantes nas operações da USAF, onde seu longo alcance, carga de armas pesada e reputação espantosa provaram-se valiosas. Construíram-se cerca de 800 B-52.

Produção
XB-52 - O primeiro protótipo B-52. 1 construído.
YB-52 - O segundo protótipo. 1 construído
B-52A - O primeiro modelo em produção. 3 construídos
B-52B - 50
RB-52B - 27 B-52Bs convertido em aeronaves de reconhecimento.
B-52C - 35
B-52D - 170
B-52E - 100
B-52F - 89
B-52G - 193
B-52H - 102


Tipo
Bombardeiro estratégico
Fabricante
USAF
Primeiro vôo
Fevereiro de 1955
Custo unitário
53,4 milhões de dólares
Comprimento
48,5 metros
Envergadura
56,4 metros
Altura
12,4 metros
Velocidade máxima
1000 km/h
Altura máxima de vôo
17.000 metros
Peso máx. decolagem
220.000 kg

sábado, 30 de maio de 2009

B-17 Flying Fortress

O B-17 Flying Fortress (Fortaleza Voadora) foi um avião bombardeiro quadrimotor construído pela Boeing, durante a Segunda Guerra Mundial, para a Força Aérea dos Estados Unidos.
Era uma aeronave potente, de grande raio de ação, capaz de provocar grande destruição em alvos inimigos e com grande capacidade de auto-defesa. Sua capacidade de retornar de missões mesmo com sérios danos e sua durabilidade mesmo quando obrigado a pousos de barriga, tornaram o avião
mítico durante a guerra. Apesar de ter alcance e capacidade de carregamento de bombas menor que os B-24 Liberator usados pela Royal Air Force britânica, provocava grande satisfação e confiança nos aviadores das 8ª e 15ª Frotas Aéreas norte-americanas, responsáveis pelas missões de bombardeio da Alemanha.
Utilizado preliminarmente para o bombardeio de precisão estratégico diurno de alvos civis e industriais alemães, os B-17 também foram utilizados durante bombardeiros noturnos – especialidade da RAF – durante as etapas de preparação para a
invasão da Normandia, nos primeiros meses de 1944, de maneira a assegurar a superioridade aérea sobre fábricas, cidades e campos de batalha do continente europeu. Ele também participou, em menor número, da Guerra do Pacífico.
Com um
teto de vôo maior que o de seus contemporâneos, os B-17 se estabeleceram como soberbas armas de guerra, lançando mais bombas que qualquer outra aeronave norte-americana da II Guerra Mundial; do 1.5 milhão de bombas lançadas sobre a Alemanha, 500 mil as foram por estes aviões.
A
Força Aérea Brasileira operou 13 aeronaves entre 1951 e 1968. Na FAB, o B-17 jamais operou como bombardeiro, mas em missões de reconhecimento, busca e salvamento e transporte

Dados Técnicos

Projeção de detalhes de estrutura do B-17.


Características gerais
Tripulação - 10
Comprimento - 22,66 m
Largura - 31,62 m
Altura - 5,82 m
Peso (vazio) - 16.381 kgs
Peso (carregado) - 24.495 kgs

Desempenho
Velocidade Máxima - 462 km/h
Velocidade de cruzeiro - 293 km/h
Alcance - 3.219 kms c/ 2,7 ton de bombas
Velocidade de subida - 300m por min
Teto máximo - 10.850 m

Armamento
13 metralhadoras .50
Bombas:
3.600 kgs (missões de curta distância)2.000 kgs (missoes de longa distância)


Curiosidades

Clark Gable ao lado de um B-17F, na Inglaterra, em 1943
O mais famoso dos B-17 que participaram da guerra foi o
Memphis Belle, que teve a sua história e de sua tripulação retratada no cinema, em documentário de 1944 de William Wyler e em 1990 no filme Memphis Belle: A fortaleza voadora
Dezesseis países utilizaram o B-17 em
serviço militar, durante e após a II Guerra. O Brasil foi o último a tirá-lo de operação, em 1968.
Por ironia do destino, Werner G. Goering, nascido e criado em
Salt Lake City, Estados Unidos, foi piloto de bombardeiros B-17 durante a guerra, participando de 48 missões de ataques aéreos bem sucedidos contra a Alemanha. Seu tio era o Reichsmarschall nazista,Hermann Goering.
Artistas famosos também foram tripulantes de B-17 durante a guerra como
Clark Gable, James Stewart e Gene Roddenberry , o criador da série de tv Jornada nas Estrelas